quarta-feira, 27 de novembro de 2013


Construção do número operatório
                                                                                           A Eloisa tem quatro anos, quando mostrei as barrinhas em EVA, ela perguntou: “o que é pra fazer”? É pra você arrumar as barrinhas, o maior primeiro e depois o menor e depois o outro que for menor. A criança foi organizando as barrinhas sem minha intervenção, por tentativa e erro, ou seja, foi reorganizando de acordo com o tamanho, em um dado momento ela colocou as duas maiores em cada ponta e as menores no meio, parou, olhou, e inverteu a ordem, até organizar da maneira que eu havia solicitado.








No momento em que mostrei a figura:
              Fui falando o nome correspondente de cada figura, apontando cada uma, ela pediu que eu repetisse os nomes, assim que estava feito perguntei quem era o menor, ela colocou o dedo em cima da Ana e depois quem era o maior, ela colocou o dedo em cima do Rodolfo, e quem estava no meio, ela posicionou o André. Comecei a perguntar, quem é menor que o Rodolfo? Ela colocou o dedo em cima do desenho da Flávia, no momento em que perguntei quem é maior que o André, ela apontou o Rodolfo e não aquele em sequência que seria a Flávia e quem é maior que a Ana? Ela também apontou a Flávia e não o seguinte que seria o João. A criança já percebe e consegue identificar com a ideia de transição.




Já na contagem dos carrinhos, ela arrumou-os um seguido do outro sem que eu pedisse, então pedi que os contasse, contou colocando o dedinho em cima de cada carrinho conforme ia falando o número, quando chegou ao fim perguntei onde está o cinco? Ela mostrou o carrinho branco como sendo o cinco, demonstrado que ainda não tem a noção de quantidade completamente definida apenas repete a sequência numérica que aprendeu, mas, quando perguntei onde estava o dois ela colocou os dedos em dois carrinhos ao mesmo tempo, demonstrando que está avançando em conhecimento em relação ao número operatório.





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